Avançar para o conteúdo principal

LILIANA MARTINS | MEU TEMPO










“Meu Tempo” é o título do segundo disco da Liliana Martins, uma viagem no tempo onde a artista passa por um processo de maturação. Composto por alguns temas frescos como uma "Brisa da Manhã" e outros fortes como uma "Tempestade de inverno", este disco conta uma vez mais com a produção e composições de Valter Rolo.

Houve algumas mudanças, tanto a nível de conceito como de interpretação de Liliana, assim como na produção dos temas, mas mantendo a paixão e inspiração no Fado. As pessoas que participaram neste trabalho trazem o seu cunho pessoal e toda a sua experiência para o tornar mais rico e coeso. Este disco é composto por 11 temas: 4 versões, 4 originais e 3 fados tradicionais com letras novas.

Começando pelas versões, que a artista encarou como desafios, uma delas é “Um tempo que passou” (letra de Chico Buarque e música de Sérgio Godinho). Outra é um clássico do Fado, “Júlia florista” cantado em dueto com a Anabela. Tem ainda um tema popular e muito antigo, do repertório de Amália Rodrigues, "Covilhã cidade neve" e por último um tema da autoria do músico multifacetado Múcio Sá, “Aqui tão perto de ti”.

Quanto aos temas originais eles foram compostos por Valter Rolo e Manuel Graça Pereira e tiveram a escrita de Cátia Oliveira e Fernando Gomes dos Santos. O primeiro single intitula-se "Toma conta de mim" e tanto a sua melodia como história têm tudo para entrar no ouvido do público.

Em relação aos fados tradicionais, foram escolhidos três: Santa Luzia, Súplica e Rosita. O Fado Santa Luzia tem uma letra inédita da autoria de Elsa Laboreiro e os outros têm o cunho de Fernando Gomes dos Santos que foi um dos letristas do 1º disco. Quanto a participações de músicos, temos Valter Rolo nos teclados, Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Luís Pontes na viola, Xico Santos no baixo, Vicky Marques na percussão, Múcio Sá nas guitarras e cavaquinho e Lino Guerreiro no saxofone. A captação, edição e mistura dos temas ficou a cargo de João Portela e a gravação foi feita no estúdio Saafran Studio.

















Comentários

Mensagens populares deste blogue

Grande Entrevista       Carlos Júlio Lopes     A paixão da Rádio e do dever cumprido...          Entrevistado por: Andreia Carneiro          Apaixonado pela rádio e pelo desporto, o professor de Educação Física cedo descobre que a sua vocação estaria fora dos ginásios escolares. Nesta entrevista descubra os momentos e as pessoas que marcaram a vida profissional deste homem de caracter que durante tantos anos honrou o microfone da antena 1. Agora é tempo de viver a vida, até porque como diz Carlos Júlio Lopes o dever foi cumprido, no jornalismo desportivo. Agora é hora, de quando em vez,  de ir saboreando a cor e a vida de Cabo Verde.        Há poucos dias comemorou o seu aniversario e depois foi a vez da radio publica onde tantos anos trabalhou. Quer recordar-me como um prof de Educação Física vai parar  ao jornal...
Dança            Vadim Potapov                                       "sou vosso por completo"                                                                               por: Andreia Carneiro Como e quando surgiu o teu gosto pela dança, fazes ideia?   O meu gosto pela dança foi pela iniciativa da minha mãe. Na Rússia, ela inscreveu-me nas danças de ...
ENTREVISTA Patrícia Motta Veiga  A maior "causa" das pessoas comuns é o AMOR                                  foto por Vitorino Coragem   Foram as crónicas na plataforma Maria Capaz, que me fizeram descobrir a Patrícia Motta Veiga. Ao ler os seus pensamentos, parecia ouvir-me. Paro e penso!! Há quem se identifique com a letra de uma música do Abrunhosa, da Aurea ou até do Tony Carreira. Eu.... Eu identifico-me com o que ela pensa e escreve. Sorte ou empenho, aqui tenho a nossa conversa! O que poderias afirmar de ti própria "permaneci, mas já não me sou..." no que concerne à visão da nossa vida política? O meu Pai, que era um homem da Esquerda, tinha uma frase lapidar: “Quem, aos vinte anos, não é comunista, não tem coração. Quem, aos quarenta, ainda o é, não tem cabeça!” Acho graça a isto, na ...